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Ainda não consegui tirar foto de Petrópolis por um simples motivo: estou sem máquina. Não tenho foto, mas tenho vídeo, mostro já.  No último post prometi contar como vim parar em Petrópolis, pois bem, contarei. Durante toda minha faculdade fiz estágio em TV.  Terminei meus estudos e continuei trabalhando na área como free lance. Como a vida não estava fácil, consegui um trabalho fixo em assessoria de comunicação e depois virei assistente de comunicação e marketing . Eu estava só desviando da minha paixão, que é a danada da TV. Então, decidi que eu ia voltar a trabalhar em televisão. Vi pelo twitter uma vaga de repórter em uma TV local de Petrópolis (o que é raro, pois na maioria das vezes, quem consegue trabalhar na área é indicado por alguém)  e fui para a cidade fazer o teste. O detalhe é que eu tinha tirado o siso no mesmo dia. Fiz o teste e eis que estou aqui  fazendo minhas reportagens. Felizmente no dia do meu teste meu rosto não inchou, mas em compensação, quando voltei de viagem, meu rosto virou uma lua cheia. Quem era o fofão com suas buchechonas perto de mim.

Bom , o vídeo abaixo é de uma matéria que fiz no feriado de 15 de novembro. (sim, meus caros, eu trabalho no feriado). Vocês acreditam que vários pontos turísticos da cidade estavam fechado no feriado? E a cidade estava cheia de turistas doidos para conhecerem lugares como casa de Santos Dumondt, o Museu Imperial e o Palácio de Cristal.  o vídeo abaixo foi uma matéria que fiz sobre isso.

 

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Sempre ouvi falar em Petrópolis (RJ) como a cidade que tem roupas baratas e é fria. Quando eu era pequena, minha mãe já chegou a viajar para comprar roupas na cidade e revender. Quem diria que eu ia morar em Petrópolis. Isso mesmo, estou morando em Petrópolis, por isso demorei a atualizar o site. Foi tudo tão de repente, que não tive muito tempo nem internet disponível para atualizar o blog. Nos próximos post vou contar como tudo aconteceu e mostrar a cidade.

Como prometi no último post, vou contar as aventuras da minha última viagem Diamantina-Conselheiro Mata (CM). Tive que acrescentar no meu trajeto Curvelo, por causa de um imprevisto. Meu irmãozinho quebrou o braço em Conselheiro Mata e fomos parar no pronto-socorro de Curvelo- em Conselheiro não tem hospital, nem posto de saúde, nem nada. Não fomos direto ao hospital de Diamantina porque não sabíamos que ele tinha quebrado o braço. Fomos direto para Rodeador, a cidade mais próxima. O posto de lá não funcionava, aí fomos à segunda cidade mais próxima, Monjolos.  De lá, nos encaminharam para um raio X em Curvelo. Felizmente agora meu irmão está bem, mas vai ficar engessado durante 3 semanas.

Tirando o braço quebrado, a viagem foi boa. Chegamos sexta à noite em Diamantina e nos hospedamos em um hotel pertinho da Rodoviária. O Hotel era até legalzinho e a diária era super barata, pagamos 30 reais por pessoa com direito à café-da- manhã, TV e banho quente em um banheiro super apertado. Depois de deixar as malas em nossos aposentos, fomos tomar uma cervejinha na Baiúca. No sábado teve vesperata e show do Wilson Sideral em Diamantina, mas não fomos.

 

Não foi só o Chaves que foi para acapulco

Não foi só o Chaves que foi para acapulco

 

Eu e Bella em Diamantina

 

 

Minha mochila após percorrer 40km de estrada de terra que liga Diamantina a Conselheiro Mata

 

Não aproveitamos muito o sábado porque o incidente aconteceu nesse dia. Mas, no domingo de manhã, acordamos cedo e aproveitamos as belezas naturais de Conselheiro Mata antes de irmos embora para BH.

 

estrada para a cachoeira

 

Tiburcio e Tiburcia comedno jabuticaba no ônibus

Não viajei no feriado do dia 12 de outubro, mas os “deuses da viagem” arranjaram um jeito para eu passar pelo menos uma tarde de domingo em Ouro Preto (vide post anterior). Neste final de semana, mais uma vez eles me ajudaram. Pego a estrada hoje para Diamantina e sábado para Conselheiro Mata com uma amiga, um casal de amigos e a minha fiel mochila usada para viagens rápidas. A ideia dessa viagem surgiu na véspera do feriado em um churrasco de aniversário. Achei que era só papo, mas realmente o pessoal animou e hoje pegaremos o ônibus depois do expediente para percorrer 265,20 KM e passar apenas uma noite em Diamantina.

Quando eu chegar conto sobre a aventura. Hoje eu não vou falar sobre nenhuma cidade. Quem vai falar é um leitor do blog, o Eduardo Rabelo. Ele escreveu sobre a Represa do Broa, um lugar que fica no interior de São Paulo.

“Apesar de não poder viajar sempre que posso, e de não ter feito tantas viagens quanto gostaria, preciso confessar que minha paisagem preferida sempre foi a praia. Sol, mar, água de côco, vôlei de praia, caminhadas… finalizar o dia num quiosque à beira da praia e a noite num lual. Mas, ultimamente, tenho tido a oportunidade de apreciar diariamente outra paisagem que a cada dia me surpreende e me fascina mais: o campo.

No interior de São Paulo, próximo ao pólo turístico dos aventureiros (Brotas), a região entre as cidades de Itirapina e São Carlos, conhecida como região da Represa do Broa, ou Represa do Lobo, reserva a tranquilizante paisagem interiorana campestre, banhada pelas águas da represa.

 

A região é cercada de fazendas, criações de gado, culturas de cana-de-açúcar e eucalipto, e pra onde se olhe é possível avistar paisagens naturais, com as montanhas da região cobertas por plantações ou pela vegetação nativa.

Nem as construções civis do condomínio de chácaras conhecido como Broa, e do condomínio que abriga o Broa Golf Resort e a Vila Pinhal, entre outros, conseguiram abalar a harmonia da paisagem na estrada São Carlos – Itirapina.

A proximidade com a cidade de Brotas, pólo do Eco Turismo no Estado de São Paulo, oferece diversas opções de esportes náuticos e de aventura, como o Rafting, de Níveis I e II em Itirapina, e Níveis III e IV em Brotas; Wakeboard, Esqui, Trekking, Boiacross, Caiaque e Vela. Sem falar do rapel nas Cachoeiras do Saltão e Passa Cinco, ou da escalada no Morro do Cuscuzeiro. Para quem quer vir e não tem onde ficar, a região oferece diversas opções de hospedagem, como hotéis, fazendas, pousadas, casas para alugar e um resort. Além da hospedagem, alguns lugares oferecem treinamento e orientação nos esportes náuticos e de aventura, além de outras opções de atividades, como caminhadas ecológicas e passeios a cavalo.

 

 

E pra quem gosta de curtir a noite, a cerca de 20 km da represa fica a cidade de São Carlos, importante pólo tecnológico e educacional do Estado, que oferece muitas opções de bares, restaurantes, cinema e casas noturnas. Brotas, que fica a 33 km da represa, também oferece ótimas opções de baladas e bares.

 

 

Se você ainda não sabe o que fazer no próximo feriado, venha conhecer a região da Represa do Broa. Garanto que você não vai se arrepender.”

Para maiores informações, acessem: www.broagolfresort.com.br
email: promotor.imola@broagolfresort.com.br

 

 

Conte você também sobre um lugar, uma aventura, uma viagem que te marcou. escreva um e-mail apra caroldiapi@mail.com  ou escreva um comentário no blog.

Te encontro por aí!!!!

No último post falei que precisava viajar URGENTE. Pois bem, os Deuses da viagem atenderam,  meu pedido. Só nesse início de mês já foram duas. Uma foi para Petrópolis/RJ – que terá mais adiante um post super especial (conto depois o por quê) -e a outra foi ontem, para Ouro Preto/MG.

Ouro Preto (OP) já é uma velha conhecida. Foram vários festivais de cinema, vários carnavais, festas do 12, ida à trabalho, excurção da época de escola, enfim, foram inúmeros motivos para visitar a cidade histórica que já foi capital de Minas Gerais na época em que era conhecida como Vila Rica.

Ontem fui pra lá fazer uma prova de concurso. Enquanto Belo Horizonte estava uma sauna a céu aberto, lá estava super frio. Por sorte levei uma blusa (sempre é bom levar roupa de frio para OP)  na minha melhor aquisição dos últimos tempos, uma mochila super resitente que, diferente das outras que eu já tive, aguenta todo o peso que carrego nela. Bem, mas voltando ao assunto de Ouro Preto, paguei um micão como há muito tempo não pagava. Estava eu toda feliz por encontrar, por obra do acaso, conhecidos que iriam fazer a a mesma prova que eu no Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). Quando foi liberada a entrada no campus do instituto, fui conferir em um quadro a sala eu iria fazer meu teste de conhecimentos sobre o que eu não estudei. Com um chips na mão e a distração na cabeça, não vi o pezinho do quadro e ZAPT!!!! cai reta no chão. De acordo com um amigo do meu amigo que estava junto, foi uma cena cinematográfica o chips voando. Passaria despercebido para alguns se não fosse meu grito involuntário quando eu estava desabando, o que fez com que chamasse a atenção de todos para a minha pessoa. Pelos menos não machuquei, só ralei a perna um pouquinho.

Minha fiel mochila

Eu não estava de salto, cai por distração.  Mas se você for à Ouro Preto e não se distrair, não use salto. A cidade é cheia de ladeiras e com pedrinhas impossíveis de andar com os high heels .

Uma coisa nova que aprendi nesta viagem é a planejar a compra da passagem tanto da ida como da volta quando for véspera de feriado. Quase não fui fazer minha prova por causa disso. Quando eu digo planeja é comprar pelo menos com uns 2 dias de antecedência. Eu tinha que estar na cidade às 14h. De BH para OP demora cerca de 1hora e meia.  Fui para a rodoviária de BH convicta que iria comprar a passagem para sair às 10h. Doce ilusão! O ônibus de 10h e 10h 45 (ônibus especial) estavão lotados. Comprei uma das últimas passagens para 11horas. Na volta, achei que não teria problemas com passagem, pois não acreditei que teria muita demanda para a volta. Doce ilusão parte 2. Cheguei as 16h30 na rodoviária ouropretana e só tinha ônibus para BH 21horas.

Para que quer mais informções sobre Ouro Preto, é só acessar o site http://www.ouropreto.org.br/

Não sou fantasma

Aí, preciso de uma viagem URGENTE!!! No feriado de 7 de Setembro consegui folga no trabalho e não viajei. Também não fiz o programa de índio de assistir ao desfile de 7 de Setembro que eu tanto queria, pois prefiri dormir até tarde. Mas, o bom foi que passei o dia inteirinho com meu pai, que fez niver na data.  Apesar de ficar em BH em pleno feriadão, me divertir muito com meus amigos. Um lugar legal que visitei foi o Museu da Telecomunicação. Totalmente interativo. Vale à pena! Indico.

Como prometi no post anterior, vou falar mais um pouquinho de Tombadouro. Para começar, aí vai um vídeo apresentando a cidade, feito pelos moradores em parceria com a ONG Gemas da Terra:

 

 

A cidade já deve ter mudado um pouco depois dessa filmagem (ou não), pois, como vocês podem ver no vídeo, tem algumas obras em processo. Ah!, quase no final do vídeo mostra a escola que falei que é Municipal em um turno e Estadual em outro.

Em Tombadouro não tem muitas coisas para um turista fazer, mas se ele quiser descansar, lá é o lugar ideal. A paz reina no local. Quando fomos para lá  eu, o Thiago e o JR ficamos em uns quartos que uma senhora aluga para visitantes. Lembro que a senhora tinha um netinho e o  Thiago mostrou para ele uma gravação que nós fizemos em Conselheiro Mata. No vídeo, aparece eu em um casarão coberta com um lençol fingindo que era fantasma. Colocamos uns efeitos e ficou super legal. O Thiago alertou para o menino sobre o conteúdo da filmagem falando que era tudo de mentirinha. Ele disse que não tinha medo e assistiu. No outro dia, de manhã, aparece a vó dele falando para a gente que não dormiu porque o menino ficou acordado a noite inteira com medo de mim. (hihihihi) buuuuuhhhhhh!!!!

Vou vê se o Thiago tem esse vídeo para eu postar aqui. 😉

 

 

Micão em Tombadouro

Feriado do dia 7 de setembro chegando e viagem vindo por aí. Ainda não sei para onde eu vou, só sei que quero colocar o pé na estrada. Mas vou confessar uma coisa: sempre tive vontade de ver um desfile de 7 de Setembro, então, se eu ficar em BH, provavelmente irei na Avenida Afonso Pena ver os tanques e os soldados marchando em comemoração à “independência” . Eu sei que é programa de índio, mas eu queria… fazer o quê, neh!? Cada um com seus desejos…

Já que o assunto do blog gira em torno de viagens, hoje eu estava pensando em uma cidade para falar e lembrei de Tombadouro. Foi a primeira cidade que eu, o Thiago e o JR (o gringo) visitamos para a ONG Gemas da Terra antes de iniciar o trabalho de fazer vídeos com os voluntários dos telecentros. Fomos para lá no Encontro dos Telecentros Rurais da ONG, para irmos nos familiarizando com o trabalho que iríamos realizar.

 

 

O pessoal da cidade é muito simples e prestativo. Sempre tentavam mostrar o melhor deles para a gente. No Encontro colocaram o coral da cidade para cantar, fizeram lanches deliciosos com aqueles quitutes que só comemos no interior. Até quadrilha eles dançaram para a gente, e olha que estávamos em fevereiro. Lembro que estava tudo correndo bem até eu pagar um micão daqueles. O coral estava se apresentando na escola da cidade, que curiosamente funciona em um horário como Municipal e no outro como Estadual. Pois bem, eu estava filmando a apresentação com o Thiago e resolvi ir ao banheiro. Fechei a porta e, quando fui tentar abri, quem disse que a danada da porta abria. Foi então que tive a brilhante ideia de pedir ajuda para um ser que vi pelo buracão da fechadura. Esse ser chamou meu pai e o resto do mundo. Quando conseguiram abri a porta todo mundo começou a bater palmas. Só sei que eu queria sumir naquele momento. O pior de tudo é que o Thiago fez questão de relembrar o momento para mim  durante os 2 meses que viajamos juntos…aff. O importante é que passou e hoje eu superei esse fato, sou uma nova mulher….rsrsrsr

No próximo post coloco um pouco mais sobre a cidade e nossa aventuras lá.

 

Thiago de azul, ao lado do coral. Ele nunca me deixou esquecer do mico