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Posts Tagged ‘cidade histórica’

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Em junho vai fazer 1 ano que morei em São João del Rei, então, o post de hoje é dedicado à cidade que me acolheu com todo carinho e  me proporcionou experiências inesquecíveis tanto profissionalmente como pessoalmente.

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Assim como no Rio de Janeiro, tem um Cristo olhando pela cidade. Aliás, a religiosidade é muito forte em São João, a começar pelo nome, como podemos perceber.

Nunca fui em tantas procissões na minha vida como fui lá. Não que eu seja muito religiosa, mas é porque eu tinha que fazer a cobertura jornalística para a TV Campos de Minas, na qual eu era repórter. Descobri nomes de santos que eu nem imaginava…

Na Semana Santa a cidade recebe com braços abertos os devotos. Aliás, ela é a única a manter o tradicional Ofício de Trevas, que só é realizado atualmente lá e no Vaticano.

São João é conhecida também como a cidade em que os sinos falam. A história deles possui uma tradição cultural secular em São João del-Rei. Através das badaladas eles se comunicam e anunciam missas, mortes, batizados, novenas e marcam as horas do dia, entre outras funções. Cada ocasião tem um toque que é peculiar. Todo ano, os sineiros das igrejas realizam a batalha dos sinos, tradição que já tem 5 décadas.

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Outra tradição maravilhosa da Semana Santa, na minha opinião, sãos os tapetes feitos de areia, serragem, pétalas, entre outros materiais.

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Ainda tenho muitas coisas para comentar de São João del Rei, como, por exemplo,  que a cidade tem uma vasta atividade musical, com orquestras centenárias e um Conservatório de Música que morro de saudade. Mas isso é assunto para o próximo post.

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No último post falei que precisava viajar URGENTE. Pois bem, os Deuses da viagem atenderam,  meu pedido. Só nesse início de mês já foram duas. Uma foi para Petrópolis/RJ – que terá mais adiante um post super especial (conto depois o por quê) -e a outra foi ontem, para Ouro Preto/MG.

Ouro Preto (OP) já é uma velha conhecida. Foram vários festivais de cinema, vários carnavais, festas do 12, ida à trabalho, excurção da época de escola, enfim, foram inúmeros motivos para visitar a cidade histórica que já foi capital de Minas Gerais na época em que era conhecida como Vila Rica.

Ontem fui pra lá fazer uma prova de concurso. Enquanto Belo Horizonte estava uma sauna a céu aberto, lá estava super frio. Por sorte levei uma blusa (sempre é bom levar roupa de frio para OP)  na minha melhor aquisição dos últimos tempos, uma mochila super resitente que, diferente das outras que eu já tive, aguenta todo o peso que carrego nela. Bem, mas voltando ao assunto de Ouro Preto, paguei um micão como há muito tempo não pagava. Estava eu toda feliz por encontrar, por obra do acaso, conhecidos que iriam fazer a a mesma prova que eu no Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). Quando foi liberada a entrada no campus do instituto, fui conferir em um quadro a sala eu iria fazer meu teste de conhecimentos sobre o que eu não estudei. Com um chips na mão e a distração na cabeça, não vi o pezinho do quadro e ZAPT!!!! cai reta no chão. De acordo com um amigo do meu amigo que estava junto, foi uma cena cinematográfica o chips voando. Passaria despercebido para alguns se não fosse meu grito involuntário quando eu estava desabando, o que fez com que chamasse a atenção de todos para a minha pessoa. Pelos menos não machuquei, só ralei a perna um pouquinho.

Minha fiel mochila

Eu não estava de salto, cai por distração.  Mas se você for à Ouro Preto e não se distrair, não use salto. A cidade é cheia de ladeiras e com pedrinhas impossíveis de andar com os high heels .

Uma coisa nova que aprendi nesta viagem é a planejar a compra da passagem tanto da ida como da volta quando for véspera de feriado. Quase não fui fazer minha prova por causa disso. Quando eu digo planeja é comprar pelo menos com uns 2 dias de antecedência. Eu tinha que estar na cidade às 14h. De BH para OP demora cerca de 1hora e meia.  Fui para a rodoviária de BH convicta que iria comprar a passagem para sair às 10h. Doce ilusão! O ônibus de 10h e 10h 45 (ônibus especial) estavão lotados. Comprei uma das últimas passagens para 11horas. Na volta, achei que não teria problemas com passagem, pois não acreditei que teria muita demanda para a volta. Doce ilusão parte 2. Cheguei as 16h30 na rodoviária ouropretana e só tinha ônibus para BH 21horas.

Para que quer mais informções sobre Ouro Preto, é só acessar o site http://www.ouropreto.org.br/

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